sexta-feira, 22 de outubro de 2010

It's over.

Era uma noite fria de primavera, alguma palavras eram lidas, porém não eram compreendidas, seus pensamentos estavam somente nele. Por algum pensamento sombrio se arrepiou e fixou seus olhares no celular, ele não tocara desde que ele havia dito que a amava com tamanha intensidade, ela achou delicado, mas ele nunca teria usado aquelas palavras com tanta certeza. Ela então decidiu que seria melhor voltar a ler as palavras confusas. Sua mãe, chegara em casa cansada, estressada e gritando. Ela reclamava de que ninguem se importava com nenhum de nós. Ela não entendia o tamanho estresse vindo dela, mas chorava ao ver que aquela palavras no fundo tinham verdades nem que seja para aqueles que sempre dizem: Estou sempre com você! O desespero, horror, medo e tristesa tomaram conta dos olhares da pobre menina que apartir daquela situação passou a acreditar que o amor não existia, o que existia era apenas frieza, ódio e competição. Ela não gostava de ter que aceitar os fatos mas ela se sentia presa a isso. Daquele dia em diante, ela não voltou a ver o menino pelo qual chorava toda noite. Se afastou dos amigos, sumiu da vida dos parentes, passou a se importar apenas com a sua vida. Vendeu o cachorro, foi morar em um apartamento longe dos pai e comprou um carro. Até que um dia, ela passou em frente a uma casa, uma menina que tinha mais ou menos uns 15, chorava sentada na escada com a mesma expressão que ela tinha no dia em que deixou de amar as pessoas. Ela desligou o carro, pensou duas vezes antes de fazer qualquer coisa, saiu do carro e sentou ao lado da menina. - Posso te ajudar de alguma forma? - Perguntou ela. - Porque alguém ia querer me ajudar? Não é cada um por si? - disse a adolescente. Ela se lembrou dos pensamentos que teve na noite que sofrera tanto. Parou para pensar antes de responder, e então pode dizer: - Se você acreditar no amor, não. Mas se você crer que todos são frios, que todos sentem ódio e que a vida é uma competição, aí sim é cada um por si. A menina se perdeu em pensamentos ao ouvir as palavras mais sinceras de uma pessoa que tinha total expiriência em sofrimento. Então a mulher ja formada, se levantou passou a mão na cabeça da menina e foi para o carro, fazendo a volta e entrando numa rua que por muito tempo passou seguindo um homem. Ela então chegou na casa, pateu na porta e um homem atendeu, exatamente o que esperava por ela todo esse tempo. - Eu sabia que você voltaria! - Disse ele quando a viu. Ela então o abraçou e percebeu no quão tola ela foi quando quase perdeu o homem que a amou por toda a vida, por causa de um estresse da sua mãe. A qual nunca mais ela pode contar.

domingo, 10 de outubro de 2010

Só terminei o que você começou.

Era uma noite tranquila de outubro, e Duda se arrumava para a festa que segundo ela, seria a festa. O motivo pela qual aquela noite se tornaria tão especial, nós não sabiamos. Só sabiamos que ela estava bastante animada. Ela saíra de casa junto com as amigas festejando, antes mesmo de chegarem no local da festa. Elas brincavam e riam, quando se deparam com um casal, que pareciam bem apaixonados, sentados no banco da praça, rindo de tudo e trocando carinhos. Naquele momento Eduarda parou e olhou bem para o rosto conhecido do menino. Sem dizer nada, saiu correndo de volta para casa chorando e desesperada. As amigas se entender foram atrás. Ela entrou em casa e foi a até a gaveta do quarto dos pais, e pegou um objeto no qual não estava acostumada a usar, colocou dentrou da bolsa e foi até o seu quarto. Em cima da mesa, ela deixou um papel com algumas pequenas palavras, palavras simples que descriviam o que ela estava fazendo. Com um só toque, ela se foi. Foi com os olhos vermelhos de tanto chorar e o coração transbordando lágrimas de sangue, que por muito tempo amaram um único menino, errado.